25.26.27 MAR‘20

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TrapFunk&Alivio MIL

TrapFunk&Alivio (BR)

trapfunk&alivio

Originado em Nordeste de Amaralina, bairro de Salvador, Bahia, o movimento TrapFunk&Alivio mistura Trap e Funk para desenvolver o potencial de experimentação de seus integrantes: Dj Alle-x, Manno Lipe, Dj MG e Banha. Na vida real, eles são Alex Ribeiro, Felipe Cardeal, Maurício Gomes e Felipe Pomar, moradores do bairro que decidiram enfrentar dificuldades conhecidas de escolarização, mercado de trabalho, e convivência familiar ao colocarem suas habilidades a serviço do Trap e do Funk. Produtor musical e designer gráfico do selo Subterrâneo Records, Banha convocou os autodenominados pivetes para conversar sobre música, trocar gostos, ideias e novidades. Surgiram daí as primeiras mixagens. O resultado é o TrapFunk&Alivio, reunião de corpos e mentes em sinergia no rumo de um caminho de formação e do mercado. O quarteto mistura letras, pontos e bases de funk com a linguagem do Trap para constituir uma música original, onde a comunidade dialoga com seu entorno.

Em 2015, o grupo colaborou com um produtor de Brooklyn, Kashaka, e lançou um single – Bonde do Boqueirão (com MC Jeffinho & Mannolipe). Em 2017, o TrapFunk & Alivio lançou o IMPEPHO, juntamente com os rappers Mankind e Morena Leraba, ambos da África do Sul. O IMPEPHO foi lançado pelo PROSPECT em França e é apresentado no novo álbum Trap Funk & Alivio, ARMADILHA, que conta com participações de Mc Orelha (Rio de Janeiro, Brasil), Mc Sagat, entre outros. Depois disso, outra colaboração de TrapFunk & Alivio com Morena Leraba começou, resultando no single “Prose unie”, com a participação de Lunik Grio ‘, poeta e rapper com raízes marfinenses e parisienses. Em 2018, a TrapFunk & Alivio, em parceria com Keila Gentil (Belém, Pará), lança o single “Respeita”, com a participação de Mc Sagat; eles também lançaram EP BOTA KÁRA em colaboração com o produtor musical Kashaka (NY) e o BAFRO EP com o DJ de EveryDayPeople Moma (NY).

A TrapFunk & Alivio acredita que a música pode ser um meio fundamental para o reconhecimento da cultura e o ponto de fusão de algo maior que conecta a cultura das pessoas, afirmando que as experiências rítmicas oferecem espaço para criar uma maneira de reencontrar nossa própria cultura.

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